
23.07.08 por Sampson Moreira

Joan Planas, videoblogger español, postou em seu blog uma linda cena do filme Luzes da Cidade. O post explicando a genialidade de Charlie Chaplin aplicada a esta cena, ficou tão bacana que achei melhor fazer uma tradução livre de parte do que li por lá, ao invés de apenas colocar o vídeo por aqui.
Charlie Chaplin, como criar um gênio do cinema
Por mais talento que tenha, um artista, como em qualquer outro trabalho, se faz, não se nasce, Chaplin sabia muito bem disso, não perdia a oportunidade para aprender e assim formar-se um grande diretor de cinema, quando era apenas um ator.
No cinema, leva-se muito tempo para pensar o porquê de tudo, para que tudo tenha sentido. Se dois personagens têm que se conhecer, há que se pensar porque em um lugar e não em outro, que roupa, que cenário, que palavras, e Chaplin era muito consciente disto.
Para rodar um encontro de “Luzes da Cidade”, Chaplin necessitou de várias semanas de trabalho, já que ele sabia que teria que apresentar duas situações delicadas de uma só vez: Carlitos, o vagabundo, teria que perceber que a florista era cega, e ela, por sua vez, confundi-lo com um milionário.
As tentativas de apresentar este encontro não ocorriam da forma ideal. Segundo informações da produção do filme, quando Chaplin finalmente concluiu a seqüência, já se passavam três meses de rodagem.
Tanto tempo para se gravar uma cena valeu a pena. Veja o resultado:
Os bastidores de um filme nada tem a ver com o que imaginamos ao vê-lo, assim como o que há por trás dos gênios. Eles não nasceram com a genialidade e nem tudo aconteceu como um passe de mágica.
Bateu uma saudade de ver os filmes de Carlitos. Sábado vou assistir O Garoto e Vida de Cachorro. São dois dos meus preferidos.


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24 Julho, 2008 as 12:21 am
Sampson justamente hace una semana con mi mamá estaba viendo corticos del filme de Chaplin… El era un genio de la actuación el cine en ese tiempo realmente era de oro.
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24 Julho, 2008 as 1:16 pm
Dizer que ele foi genial, na minha opinião, é pouco. Gosto de Luzes da Cidade, O Grande Ditador e Tempos Modernos.
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27 Julho, 2008 as 3:41 pm
Realmente ele era um gênio que dava seu recado mesmo sem dizer uma palavra sequer. Admiro muito sua obra e acredito que ele seja imortal.
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10 Agosto, 2008 as 11:27 am
[...] Eu nunca tinha visto um filme completo do Charles Chaplin. Vi e [...]
21 Agosto, 2008 as 9:37 pm
Dizer genio é covardia,não acharam nada ainda para descrevelo
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13 Novembro, 2008 as 5:12 pm
Ainda nesse filme, “Carlitos” empenha-se em juntar dinheiro para operar a cega, inclusive lutando “box”. Finalmente curada graças a ele, a florista agora estabelecida c/uma loja, divisa ujm mendigo observando-a através da vitrine. Consegue aborda-lo e o convence a aceitar uma flor…ao contacto de suas mãos, reconhece as mãos… que não eram as do milionário que julgava haver pago sua operação…a cena de intensa dramaticidade é extremamente tocante, com o espanto e a gratidão expressados pela fisionomia e pelo lindo olhar da moça, enquanto lhes rolam lágrimas pelo rosto. Para que palavras? Possivelmente nunca uma mudez foi tão eloquente. Essa cena, no final, é o “climax”do filme, envolvendo os espectadores em atmosfera de intensa emoção.
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Sampson Moreira respondeu em Novembro 13th, 2008 7:16 pm:
Muito bem lembrado, Francisco. Obrigado pela contribuição, você descreveu a cena muito bem, deu vontade de ver o filme novamente. :)
Volte sempre.
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14 Novembro, 2008 as 2:32 pm
Comentar como se não paro de rirr.
nem tem como
kkkkkkkkkkkkk
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