
19.06.08 por Tiago Clezar
Quantos sonhos eu já vivi, quantos deles já esqueci, e tantos outros ainda estão a se formar. Sonhos que me serviram como passaportes para viagens inesquecíveis, sonhos que me fizeram pensar, e o quanto eu pensei em sonhar, quantos deles eu gostaria de ter sonhado e ter acordado para poder emoldurar as imagens e datilografar as conversas que me renderiam belas obras de arte.
Alguns deles eu já não lembro, outros tantos eu nem sei onde foram parar.
Vieram como um amor de verão, chegou, foi bom, mais passou.
Há aqueles que se projetam em minha mente, e fazem de mim um holofote sobre as ruas esbanjando luz, e meus sonhos costumam iluminar a alma.
Embarcar em um sonho é navegar sobre um mar que só você determina o rumo das águas, é ir à frente sem rumo e hora para voltar, é à maneira mais simples que a natureza criou para demonstrar o quanto somos capazes de ir além do que os olhos podem enxergar, uma viagem gratuita, não ser um tripulante e navegar nestas águas é a mais pura ignorância.
Leia mais sobre este musical e outros texto que escrevo semanalmente no Forrest Vox.
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19 Junho, 2008 as 11:28 am
muuuuito bom! :D
esse menino tem taleeeeeento né :)
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19 Junho, 2008 as 12:11 pm
Ih! Desculpa aí, meu camarada. Se eu soubesse que você ia escrever algo, deixava o meu para depois.
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19 Junho, 2008 as 6:34 pm
Maycon:
Sem problemas cara, pode escrever no mesmo dia dele :P
Tiago:
Parabéns pelo texto, muito bom.
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21 Junho, 2008 as 8:14 pm
Fala Maycon, que isso cara, muito legal sua publicação, quem manda é o chefe. :) hehehe
E vamoquevamo.
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